
Amniocentese Genética e Diagnóstica
É um procedimento no qual uma pequena quantidade de líquido amniótico é extraída da bolsa gestacional. Orientado por ultrassom, o exame é realizado preferencialmente a partir da 16ª semana de gestação para diagnosticar ou descartar doenças genéticas, cromossômicas e infecções no feto.Quando costuma ser realizada: geralmente entre 16 e 26 semanas de gestação, conforme a indicação médica.
A amniocentese é um procedimento realizado com acompanhamento contínuo pelo ultrassom. Uma fina agulha é introduzida através do abdome materno para retirar uma pequena quantidade de líquido amniótico, que poderá ser encaminhada para diferentes tipos de análise.
O líquido amniótico pode ser analisado para:
Investigar alterações cromossômicas, incluindo trissomias como as síndromes de Down, Edwards e Patau.
Realizar testes genéticos, como microarranjos cromossômicos (CMA), quando indicados.
Investigar algumas infecções congênitas por testes moleculares, como PCR.
Investigar determinadas doenças metabólicas hereditárias.
Em situações específicas, avaliar anemia fetal ou outras condições clínicas.
Realizar investigação de paternidade, quando houver indicação e solicitação adequada.
Principais situações em que pode ser indicada:
Alterações anatômicas ou marcadores identificados no ultrassom morfológico.
Histórico pessoal ou familiar de alterações cromossômicas ou doenças genéticas.
Exames maternos que indiquem risco de infecção que possa atingir o bebê.
Outras situações avaliadas individualmente pelo especialista em Medicina Fetal.
Preparo: em geral, não é necessário jejum nem preparo especial.
Antes do procedimento, cada caso é avaliado individualmente em conjunto com o obstetra responsável. Algumas condições podem impedir ou exigir cuidados especiais para a realização do procedimento, como infecção materna ativa, placenta que impeça um acesso seguro, alterações importantes da coagulação ou ausência de líquido amniótico.
Códigos TUSS para Agendamento: Sob consulta no agendamento
